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Testosterona oral X injetável: 5 diferenças para manter em mente
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Escrito por
Wilton de Andrade
Última atualização
20/01/2025
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Entenda as diferenças entre Testosterona oral X injetável

Se você está considerando a reposição de testosterona, há diversas opções disponíveis, e cada uma delas tem características específicas que podem atender melhor às suas necessidades. Entre as escolhas mais populares estão as injeções de testosterona, amplamente utilizadas por sua eficácia e flexibilidade na administração. 

Essas injeções incluem diferentes formulações, como Depo-Testosterone (cipionato de testosterona), enantato de testosterona e Aveed (undecanoato de testosterona). No entanto, essas formas injetáveis apresentam diferenças importantes, como a frequência de aplicação e a duração de ação, que devem ser discutidas com um profissional de saúde.

Outra alternativa viável é a testosterona oral, disponível em cápsulas como Jatenzo, Tlando e Kyzatrex, todas contendo undecanoato de testosterona. Embora pertençam à mesma categoria, essas opções orais também variam em termos de dosagem, frequência de administração e indicações específicas, o que pode influenciar a escolha do tratamento.

Ao decidir entre formas orais e injetáveis de testosterona, é fundamental considerar alguns pontos-chave que podem impactar sua experiência com o tratamento e os resultados esperados. Esses fatores incluem a conveniência de uso, possíveis efeitos colaterais, custo, eficácia e requisitos de monitoramento médico.

Explorar essas opções detalhadamente com a orientação de um profissional de saúde ajudará a determinar qual abordagem é mais adequada para suas condições clínicas, preferências e estilo de vida.


1. Existem muitas formas de testosterona oral e injetável

A terapia de reposição de testosterona (TRT) está disponível em diversas formulações, permitindo que o tratamento seja personalizado de acordo com as necessidades de cada pessoa. As opções mais comuns incluem formas injetáveis e orais de testosterona, mas também há alternativas como géis nasais, géis para aplicação na pele, adesivos transdérmicos e pellets implantáveis. Cada método possui características específicas em termos de conveniência, eficácia e perfil de efeitos colaterais, o que pode influenciar a escolha do tratamento.

A TRT é indicada para tratar baixos níveis de testosterona causados por condições médicas específicas. Isso pode incluir condições congênitas, como a síndrome de Klinefelter, ou problemas adquiridos ao longo da vida, como os efeitos de quimioterapia, exposição a metais pesados, traumas testiculares ou tumores na glândula hipófise. Essas situações podem interferir na produção natural de testosterona, afetando significativamente a qualidade de vida.

Além disso, a TRT pode ser prescrita como parte da terapia hormonal masculinizante para pessoas transgênero, ajudando a alinhar características físicas com sua identidade de gênero. No entanto, a reposição hormonal raramente é utilizada para tratar a queda nos níveis de testosterona associada ao envelhecimento natural, uma vez que, nesse caso, os riscos geralmente superam os benefícios. Os possíveis efeitos colaterais, como problemas cardiovasculares, coágulos sanguíneos e aumento da próstata, tornam essa abordagem menos recomendada para o envelhecimento saudável.

Para qualquer indicação de TRT, é essencial um acompanhamento médico cuidadoso. O profissional de saúde avaliará sua condição clínica, realizará exames laboratoriais regulares e ajustará a dosagem para garantir um tratamento seguro e eficaz. A escolha da formulação ideal dependerá de fatores como estilo de vida, preferências pessoais, tolerância ao método e os objetivos terapêuticos.

Formulações orais de testosterona

A metiltestosterona foi um dos primeiros medicamentos orais de testosterona aprovados para uso médico, mas atualmente é raramente prescrita devido ao elevado risco de danos ao fígado associados ao seu uso. No entanto, novos medicamentos de testosterona oral têm sido desenvolvidos e aprovados para uso mais seguro. Entre eles, destacam-se o Jatenzo, aprovado pela FDA em 2019, e os mais recentes Tlando e Kyzatrex, ambos aprovados em 2022. No Brasil, a regulamentação de medicamentos segue as diretrizes da ANVISA, que também avalia a segurança e eficácia desses medicamentos antes de sua liberação.

Esses medicamentos são administrados por via oral, geralmente duas vezes ao dia, e estão disponíveis em forma de cápsulas. Todos contêm a mesma forma de testosterona, conhecida como undecanoato de testosterona, uma formulação projetada para minimizar os riscos hepáticos associados a outros tipos de testosterona oral.

As cápsulas de Jatenzo e Kyzatrex oferecem uma variedade de dosagens, permitindo que os médicos ajustem o tratamento de acordo com as necessidades individuais de cada paciente, garantindo que os níveis hormonais-alvo sejam atingidos e mantidos. Já o Tlando está disponível em uma única dosagem, o que pode limitar a flexibilidade no ajuste do tratamento.

É importante destacar que a terapia de reposição de testosterona, incluindo essas opções orais, deve ser supervisionada por um profissional de saúde. Antes de iniciar o tratamento, são necessários exames para diagnosticar a baixa testosterona, avaliar os níveis hormonais e monitorar possíveis contraindicações ou riscos associados. O acompanhamento regular durante o tratamento é essencial para garantir a eficácia e a segurança da terapia.

Formulações injetáveis ​​de testosterona

Cipionato de testosterona, enantato de testosterona e undecanoato de testosterona são três diferentes tipos de injeções utilizadas na terapia de reposição de testosterona (TRT), cada uma com características específicas em termos de duração de ação e forma de administração.

O cipionato de testosterona e o enantato de testosterona são considerados formas de ação mais curta. Eles estão amplamente disponíveis como medicamentos genéricos e, geralmente, são administrados por um profissional de saúde ou cuidador diretamente nos músculos glúteos. No entanto, há uma exceção importante: o Xyosted, uma formulação mais recente do enantato de testosterona, que permite a autoadministração. Este medicamento é aplicado sob a pele (injeção subcutânea), oferecendo maior conveniência para pacientes que preferem evitar deslocamentos frequentes para clínicas.

Já o Aveed, uma formulação de marca contendo undecanoato de testosterona, é projetado para ser uma solução de ação prolongada. Ele é administrado exclusivamente por profissionais de saúde nos músculos glúteos, devido à sua dosagem específica e maior intervalo entre as aplicações. O Aveed requer cuidados especiais durante a administração para minimizar o risco de reações adversas, como embolia pulmonar por óleo, um efeito colateral raro associado a algumas injeções intramusculares de longa duração.

Essas opções de injeção atendem a diferentes necessidades e estilos de vida, mas todas exigem acompanhamento médico cuidadoso para garantir a eficácia do tratamento e monitorar possíveis efeitos colaterais, como alterações nos níveis de hemoglobina, pressão arterial e saúde cardiovascular. É fundamental que os pacientes discutam com seus médicos qual dessas opções é mais adequada para suas condições individuais.


2. A testosterona injetável tende a durar mais do que a testosterona oral

As pílulas orais de testosterona geralmente precisam ser tomadas duas vezes ao dia devido à sua ação rápida no organismo. Essa frequência garante que os níveis hormonais permaneçam estáveis ao longo do dia, atendendo às necessidades terapêuticas do paciente.

Por outro lado, as formas injetáveis de testosterona têm uma duração de ação significativamente maior, permitindo intervalos mais longos entre as aplicações. A frequência de administração depende do tipo específico de testosterona utilizada. Algumas podem ser aplicadas semanalmente, enquanto outras exigem intervalos de até 10 semanas.

O enantato de testosterona é a opção de ação mais curta entre as injeções, geralmente administrado uma vez por semana. Já o cipionato de testosterona, conhecido por sua ação intermediária, pode ser administrado a cada 2 a 4 semanas, dependendo da dosagem e da resposta individual ao tratamento. Por fim, o undecanoato de testosterona é a forma de ação mais longa. Após as doses iniciais de ajuste, ele é normalmente administrado uma vez a cada 10 semanas, oferecendo uma opção conveniente para quem busca intervalos mais prolongados entre as aplicações.

Essas diferenças destacam a importância de uma abordagem personalizada no tratamento com testosterona. A escolha da forma de administração deve considerar fatores como o estilo de vida do paciente, sua resposta ao tratamento, conveniência e quaisquer condições de saúde preexistentes. Um acompanhamento médico regular é essencial para ajustar a terapia conforme necessário e monitorar possíveis efeitos colaterais.


3. A testosterona oral deve ser tomada com alimentos

Os medicamentos Jatenzo, Kyzatrex e Tlando devem ser tomados junto com as refeições para maximizar sua absorção pelo organismo. No entanto, a composição das refeições, especialmente o teor de gordura, pode influenciar a eficácia desses medicamentos, dependendo da marca.

Para Jatenzo e Kyzatrex, consumir refeições com maior teor de gordura demonstrou aumentar os níveis de testosterona durante estudos clínicos. Isso sugere que refeições ricas em gorduras podem ser benéficas para atingir e manter níveis ideais de testosterona ao usar essas opções.

Já o Tlando apresenta uma característica distinta. Embora também precise ser tomado com alimentos, a quantidade de gordura na refeição não afeta sua eficácia. Essa flexibilidade pode ser uma vantagem para pessoas que preferem não ajustar suas dietas para atender às exigências do medicamento.

Para quem tem dificuldade em lembrar de tomar pílulas duas vezes ao dia ou em cronometrar doses com as refeições, as injeções de testosterona podem ser uma alternativa mais prática. Essas injeções não são influenciadas pelo conteúdo ou horário das refeições, proporcionando maior conveniência. Além disso, sua frequência de administração varia de semanal a intervalos de até 10 semanas, dependendo da formulação, o que pode ser um ponto positivo para muitos pacientes.

É essencial discutir suas preferências e estilo de vida com um profissional de saúde para determinar qual opção é mais adequada às suas necessidades, garantindo eficácia e adesão ao tratamento.


4. Diferentes efeitos colaterais são possíveis entre as formulações

O uso de testosterona, seja em forma oral ou injetável, pode estar associado a diferentes efeitos colaterais, influenciados principalmente pela via de administração do medicamento.

Efeitos colaterais associados a injeções de testosterona: As injeções têm maior probabilidade de causar reações no local da aplicação, como:

  • Vermelhidão na área injetada;

  • Sangramento leve;

  • Hematomas;

  • Dor localizada.

Efeitos colaterais associados à testosterona oral: Embora sejam raros no geral, algumas pessoas podem experimentar:

  • Náusea;

  • Diarreia;

  • Desconforto abdominal;

  • Constipação.

Efeitos colaterais relacionados aos níveis de testosterona no sangue: Independentemente da forma de administração, certos efeitos colaterais estão ligados aos níveis elevados de testosterona no organismo, incluindo:

  • Pressão arterial elevada;

  • Alterações de humor;

  • Retenção de líquidos.

Esses sintomas não estão necessariamente relacionados ao método de administração, mas ao impacto geral do hormônio no corpo.

Substância controlada: Todos os medicamentos à base de testosterona são classificados como substâncias controladas de Classe 3. Essa classificação reflete o risco potencial de uso indevido e dependência, exigindo acompanhamento rigoroso por parte dos profissionais de saúde.

Importante: Se você estiver considerando a terapia de reposição de testosterona ou enfrentando efeitos colaterais, é essencial manter o diálogo com seu médico. Ele pode ajustar a dose, alterar a forma de administração ou recomendar estratégias para minimizar desconfortos e maximizar os benefícios do tratamento.

Avisos em caixa

Medicamentos orais e injetáveis de testosterona possuem advertências em caixa, o tipo mais severo de alerta emitido pela FDA (Food and Drug Administration). Essas advertências não são específicas à forma de administração do medicamento, mas abrangem os riscos associados ao uso de testosterona em geral. No Brasil, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também regula esses medicamentos e adverte sobre os potenciais riscos relacionados ao seu uso.

Advertências principais:

  • Riscos cardiovasculares: O uso de testosterona pode aumentar o risco de eventos cardiovasculares, como ataque cardíaco, derrame e formação de coágulos sanguíneos. Isso é especialmente relevante para pessoas com histórico de doenças cardiovasculares.

  • Efeitos sobre a próstata: A testosterona pode agravar condições relacionadas à próstata, como a hiperplasia prostática benigna (HPB), e há preocupações quanto ao risco de câncer de próstata em alguns casos.

  • Distúrbios hematológicos: O aumento do hematócrito e a elevação dos glóbulos vermelhos podem levar à policitemia, uma condição que pode aumentar o risco de trombose e outros problemas circulatórios.

  • Exposição secundária: No caso de géis de testosterona, existe o risco de transferência acidental do medicamento para outras pessoas por meio do contato com a pele. Isso pode causar efeitos adversos em mulheres e crianças, como alterações hormonais.

Orientações da ANVISA: No Brasil, a ANVISA exige que medicamentos à base de testosterona sejam comercializados sob prescrição médica controlada, devido ao potencial de abuso, dependência e efeitos adversos graves. Esses medicamentos são classificados como substâncias sujeitas a controle especial (Portaria nº 344/98) e requerem receita em duas vias.

Considerações importantes:

  • Antes de iniciar a terapia, é essencial realizar uma avaliação médica completa para determinar se os benefícios superam os riscos.

  • Monitoramento regular, incluindo exames de sangue, é fundamental para acompanhar os efeitos da terapia e ajustar doses conforme necessário.

  • Pessoas com condições como apneia do sono, hipertensão descontrolada ou histórico de câncer devem discutir detalhadamente os riscos com um profissional de saúde.

Ao optar pela terapia de reposição de testosterona, é crucial seguir rigorosamente as orientações médicas e estar ciente de todas as precauções e potenciais efeitos colaterais.

Riscos cardíacos

A testosterona, tanto na forma oral quanto injetável, possui um alerta de segurança importante relacionado aos seus efeitos no sistema cardiovascular. Esse alerta destaca que o uso de testosterona pode elevar a pressão arterial a níveis prejudiciais e aumentar a produção de glóbulos vermelhos, o que pode levar a complicações sérias.

Pessoas que utilizam terapia de reposição de testosterona (TRT) apresentam maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares graves, como derrames, ataques cardíacos e coágulos sanguíneos. Por isso, é essencial realizar acompanhamento médico regular, incluindo exames laboratoriais, para identificar e controlar possíveis complicações antes que elas se tornem graves.

Sintomas a serem observados:

  • Ataque cardíaco: Pode se manifestar como dor ou pressão no peito, falta de ar, sudorese intensa, náuseas e tontura.

  • Derrame: Os sinais incluem dormência ou fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar, visão turva ou perda súbita de equilíbrio, além de dores de cabeça severas e repentinas.

  • Coágulos sanguíneos: Podem causar dor ou inchaço repentino nas pernas, dor no peito e dificuldade para respirar.

Se você apresentar algum desses sintomas, procure atendimento médico de emergência imediatamente, ligando para o número 192 (SAMU) ou dirigindo-se ao hospital mais próximo.

Adaptação ao Brasil: No Brasil, a ANVISA regula rigorosamente a testosterona como uma substância controlada, sujeita à Portaria nº 344/98. A prescrição e o uso desse medicamento requerem cuidados médicos estritos, com a exigência de receita especial em duas vias. A terapia de reposição de testosterona é indicada apenas após a confirmação laboratorial de níveis reduzidos e avaliação criteriosa dos benefícios e riscos pelo médico responsável.

Cuidados adicionais:

  • Realize exames periódicos para monitorar a pressão arterial, o hematócrito (glóbulos vermelhos) e outros marcadores relevantes.

  • Informe ao seu médico qualquer histórico de problemas cardiovasculares antes de iniciar a TRT.

  • Mantenha um estilo de vida saudável, incluindo dieta balanceada, exercícios regulares e controle do estresse, para reduzir os riscos associados à terapia.

A conscientização sobre os possíveis efeitos colaterais e a comunicação aberta com o médico são fundamentais para o uso seguro da testosterona no contexto terapêutico.

Riscos pulmonares

Aveed, a forma injetável de ação prolongada do undecanoato de testosterona, possui um importante alerta de segurança relacionado a dois efeitos adversos graves: microembolia pulmonar oleosa (POME) e anafilaxia, uma reação alérgica severa. Esses riscos tornam o uso de Aveed uma escolha que requer supervisão médica especializada.

Microembolia Pulmonar Oleosa (POME):
POME é uma complicação rara, mas potencialmente fatal, que ocorre quando partículas de óleo do medicamento entram nos pulmões. Esse efeito colateral pode provocar sintomas como:

  • Dor no peito

  • Desmaios

  • Falta de ar Esses sinais demandam atenção médica imediata, pois o quadro pode se agravar rapidamente.

Anafilaxia:
Reações alérgicas graves associadas ao uso de Aveed incluem:

  • Aperto ou fechamento da garganta

  • Inchaço do rosto, lábios ou língua

  • Dificuldade para respirar
    Esses sintomas também representam uma emergência médica que requer intervenção imediata.

Cuidados e Procedimentos:
Devido à gravidade desses riscos, Aveed deve ser administrado exclusivamente por profissionais de saúde capacitados, em instalações médicas adequadas. Após cada injeção, o paciente deve ser monitorado por um período para detectar possíveis reações adversas e tratá-las prontamente, caso ocorram.

Contexto no Brasil:
No Brasil, a ANVISA regula rigorosamente medicamentos hormonais injetáveis como Aveed. A aplicação é restrita a ambientes clínicos e realizada sob supervisão de profissionais de saúde treinados, seguindo normas específicas para garantir a segurança do paciente.

Recomendações:
Se você estiver considerando o uso de Aveed como parte da terapia de reposição de testosterona, discuta com seu médico os potenciais benefícios e riscos, assim como as alternativas disponíveis. A escolha do tratamento deve sempre priorizar a segurança e o acompanhamento médico regular para minimizar complicações.


5. Você pode ter maior probabilidade de experimentar flutuações de sintomas com injeções de testosterona

A testosterona é um hormônio fundamental que influencia diversos aspectos da saúde física e mental, incluindo o estado emocional, os níveis de energia e a saúde sexual. Quando os níveis de testosterona variam ao longo do tempo, os sintomas associados podem mudar, o que pode ser percebido especialmente em regimes terapêuticos específicos.

No caso das injeções de testosterona de ação prolongada, embora sejam eficazes em manter os níveis dentro de uma faixa-alvo por períodos prolongados, não garantem uma constância diária. Após cada injeção, os níveis de testosterona tendem a subir gradualmente até atingir um pico, seguido por uma redução progressiva até a próxima dose. Essa variação pode causar mudanças nos sintomas, como oscilações de energia ou alterações no humor.

Em contrapartida, as pílulas orais de testosterona podem proporcionar flutuações diárias que imitam mais de perto o ritmo natural da testosterona no corpo, oferecendo uma alternativa para algumas pessoas que preferem níveis hormonais mais consistentes ao longo do dia.

Se você perceber alterações significativas em seus sintomas entre as doses de injeção, é essencial informar seu médico. Ele pode ajustar o regime de terapia de reposição de testosterona (TRT), seja alterando a frequência das injeções, a dosagem ou até mesmo considerando outra forma de administração, para melhorar sua experiência e minimizar os desconfortos associados às flutuações hormonais.


Outras formas de testosterona também estão disponíveis

A terapia de reposição de testosterona (TRT) pode ser administrada por diferentes métodos, dependendo das necessidades e preferências de cada pessoa. Entre as opções disponíveis estão:

  • Androgel: um gel de aplicação tópica que é absorvido pela pele.

  • Androderm: um adesivo transdérmico aplicado diretamente sobre a pele.

  • Axiron: uma solução tópica projetada para aplicação nas axilas.

  • Natesto: um gel nasal aplicado diretamente nas narinas.

  • Testopel: pellets implantáveis que liberam testosterona de forma contínua por meses.

Cada método tem suas particularidades, como frequência de aplicação, comodidade e perfil de efeitos colaterais. É essencial discutir essas opções com um profissional de saúde, que poderá avaliar seu histórico clínico e suas necessidades individuais para determinar o método mais adequado para você.


Conclusões

As formas orais e injetáveis de testosterona apresentam vantagens e desvantagens específicas. Os medicamentos orais de testosterona oferecem praticidade, eliminando os efeitos colaterais associados às injeções, como dor ou hematomas no local da aplicação. No entanto, exigem doses diárias divididas, geralmente uma pela manhã e outra à noite, sempre acompanhadas de refeições para garantir a absorção adequada.

Por outro lado, as injeções de testosterona são administradas com menor frequência, o que pode ser mais conveniente para algumas pessoas. Contudo, muitas vezes, essas injeções precisam ser aplicadas por um profissional de saúde ou cuidador, o que pode exigir visitas regulares à clínica ou consultório.

Escolher entre as opções depende de fatores como estilo de vida, preferências pessoais e saúde geral. É fundamental conversar com seu médico para determinar qual formulação de testosterona é a mais adequada para suas necessidades e objetivos terapêuticos.

 

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Observação: este conteúdo não se destina a substituir aconselhamento, diagnóstico ou tratamento médico profissional. Sempre procure o conselho de seu médico ou outro profissional de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter sobre uma condição médica.

 

Perguntas frequentes


Referências

Antares Pharma, Inc. (2023). Tlando [bula] .

Antares Pharma, Inc. (2024). Xyosted [bula] .

Endo Pharmaceuticals Inc. (2021). Aveed [bula] .

Eugia US LLC. (2023). Cipionato de testosterona [bula] .

Eugia US LLC. (2024). Enantato de testosterona [bula] .

Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano. (2019). Sobre a síndrome de Klinefelter .

Papangkorn, K., et al. (2021). MP36-04 experiência clínica com Tlando em homens hipogonadais . Journal of Urology .

Pastuszak, AW, et al. (2020). Ocorrência de microembolia pulmonar oleosa após injeção de undecanoato de testosterona: Uma análise de segurança pós-comercialização . Medicina Sexual .

Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA. (2016). FDA aprova novas mudanças na rotulagem de testosterona em relação aos riscos associados ao abuso e dependência de testosterona e outros esteroides androgênicos anabólicos (AAS) .

Westaby, D., et al. (1977). Danos hepáticos causados ​​por metiltestosterona de longo prazo . Lancet 

Texto traduzido e adaptado do original: https://www.goodrx.com/classes/androgens/oral-testosterone-vs-injection

 

FAQ: perguntas frequentes sobre testosterona

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