Queda de cabelo: principais causas e como cuidar
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Escrito por
Wilton de Andrade
Última atualização
27/02/2024
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Entenda as causas da queda de cabelo

A alopecia é um assunto que está em alta e, inclusive, já gerou um conflito envolvendo estrelas de Hollywood, tapetes vermelhos e a cerimônia do Oscar. Polêmicas à parte, o tema queda de cabelo despertou a curiosidade de muitos.

 Mas, afinal, você sabe o que é esse distúrbio e de que forma ele afeta uma pessoa? Para informá-lo, preparamos um conteúdo que explica quais os tipos de calvície mais comuns, as suas causas prováveis e como podem ser tratadas. Então, confira tudo isso a seguir!

 

O que é alopecia?

Alopecia é o termo utilizado para generalizar os diversos tipos de distúrbio que envolvem a queda de cabelo. A origem da palavra vem de uma doença —  alopecia areata — em que o próprio sistema imunológico destrói os folículos capilares, impedindo sua renovação.

Esse problema pode afetar qualquer área do corpo. Apesar de ser bastante comum, há outras formas de calvície que podem ser causadas por fatores que vão desde a genética até o estilo de vida. Nesse sentido, o profissional médico indicado para diagnosticar, bem como tratar corretamente o problema, é o dermatologista ou tricologista.

 

Quais os sintomas precoces da queda de cabelo?

É normal perder em torno de 100 fios de cabelo por dia, e até um pouco mais em algumas épocas do ano. Contudo, quando a queda é constante e duradoura, gerando falhas, é um sinal de que algo não está certo. Desse modo, existem alguns sinais de alerta:

  • Cabelo mais quebradiço e sem brilho;
  • Sensação de que a quantidade de fios que caem é exagerada;
  • Travesseiro cheio de fios;
  • Perda de tufos de cabelo durante o banho;
  • Áreas sem cabelo na cabeça;
  • Unhas das mãos e dos pés com indícios de fraqueza (irregularidade, linhas brancas e descamação).

 

Quais as causas mais comuns da queda de cabelo?

Além da alopecia areata, existem outras formas de calvície, causadas por inúmeros fatores. Confira abaixo:

1. Alopecia androgenética

Ocorre em ambos os sexos e fica mais evidente com o avanço da idade. Nos homens, caracteriza-se pela perda dos fios nas têmporas e no topo da cabeça. Nas mulheres, a região do meio da cabeça é a mais afetada, e os fios ficam muito finos.

A queda do cabelo é geneticamente determinada e costuma se iniciar ainda na adolescência, mas de forma quase imperceptível, progredindo com o passar dos anos e se tornando mais acentuada por volta dos 40 a 50 anos.

Tanto nos casos de alopecia areata quanto de alopecia androgenética, o cabelo pode voltar a crescer com o tratamento adequado, que inclui o uso de substâncias como a finasterida (uso exclusivo para homens) e o minoxidil. Contudo, em alguns casos, o médico pode recomendar um transplante capilar.

2. Deficiência de vitaminas ou nutrientes

Sem dúvida, nossa alimentação tem relação direta com inúmeros aspectos da nossa saúde — pele, sistema imune, ossos, envelhecimento, surgimento e prevenção de várias doenças. Por isso, é comum associarmos um cabelo saudável ao que se come, não é mesmo?

Dietas pobres em nutrientes, vitaminas e minerais ou com excesso de alimentos processados podem impedir o cabelo de crescer forte e bonito. Afinal, ele contém proteínas e algumas vitaminas, como A e a C, importantes para a síntese de alguns aminoácidos responsáveis pela sua estrutura.

3. Anemia

Por falar em nutrição, quando há queda excessiva de cabelo, é fundamental investigar os níveis de ferro presentes no sangue. Afinal, ele é essencial para a produção de hemoglobina — proteína que compõem as hemácias e que é responsável pelo transporte de oxigênio.

Desse modo, quando a taxa desse mineral está muito baixa, a distribuição de oxigênio e nutrientes para os tecidos do corpo fica comprometida — chamamos essa condição de anemia. Além da queda de cabelo, a pessoa pode apresentar palidez, cansaço e unhas quebradiças.

4. Estresse não controlado

A princípio, o estresse tem um papel importante, porém, quando ocorre em excesso, torna-se um problema. Isso porque nem todos os distúrbios causados por ele são totalmente conhecidos, mas entre os que estão bem documentados, o enfraquecimento do sistema imunológico e o aumento do hormônio cortisol podem resultar em problemas de saúde, inclusive, na queda de cabelo.

A elevação do nível de cortisol pode ser um dos responsáveis pela inibição do crescimento e regeneração dos fios. No entanto, não se sabe ao certo como isso acontece, mas um estudo publicado na revista Nature mostra que há indícios de que o hormônio pode atuar diretamente no folículo capilar, impedindo o crescimento de novos fios.

De qualquer forma, o estresse pode alterar hábitos alimentares e afetar o sistema digestivo, prejudicando a digestão e a absorção de nutrientes essenciais para a saúde capilar.

5. Alterações hormonais

Essa é uma das causas mais associadas à alopecia em mulheres, uma vez que, ao longo da vida, elas passam por inúmeras alterações hormonais, como durante a gravidez, pós-parto, adolescência e menopausa. O uso de anticoncepcionais hormonais também podem ocasionar a queda de cabelo. Assim, caso isso ocorra é preciso buscar orientação médica.

6. Uso de produtos químicos

O uso incorreto de produtos químicos é uma das grandes causas de queda de cabelo. Afinal, eles podem causar danos aos fios, tornando-os frágeis e quebradiços. Além disso, podem ocorrer lesões no couro cabeludo, que impedirão o nascimento de novos fios.

7. COVID-19

A queda do cabelo pode começar entre seis a oito semanas após a infecção por COVID-19, e ocorre em cerca de 25% das pessoas. Aliás, o processo que causa a perda dos fios ainda não é completamente conhecido, mas pode ser tratado.

 

Como tratar a queda de cabelo?

Certamente, a primeira coisa a fazer é procurar um profissional médico, que indicará qual o tratamento mais adequado para cada caso. Às vezes, homens e mulheres precisarão de soluções distintas. Veja alguns cuidados básicos:

  • Mantenha os fios limpos;
  • Alimente-se bem;
  • Tenha um boa noite de sono;
  • Hidrate-se corretamente;
  • Use produtos adequados.

Graças à ciência, já é possível oferecer soluções com bons resultados para a maioria dos distúrbios que levam à queda de cabelo. Atualmente, temos medicamentos modernos e com poucos efeitos adversos no mercado. 

Portanto, a alopecia tem controle, e quanto antes você começar o tratamento, melhores serão os resultados e menores serão os prejuízos à qualidade de vida e autoestima.

 

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Observação: este conteúdo não se destina a substituir aconselhamento, diagnóstico ou tratamento médico profissional. Sempre procure o conselho de seu médico ou outro profissional de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter sobre uma condição médica.

 

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