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Tudo o que você precisa saber sobre agorafobia
Foto Wilton de Andrade
Escrito por
Wilton de Andrade
Última atualização
07/10/2024
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Entenda a agorafobia

A maioria de nós fica frustrada quando encontra uma fila com 11 pessoas na caixa do supermercado. Quem nunca se sentiu incomodado ao entrar em um elevador cheio, além da capacidade? Embora desconfortáveis, essas situações são superáveis ​​para a maioria das pessoas.

No entanto, para quem sofre de agorafobia, o medo de estar em espaços lotados, públicos ou fechados é muito mais intenso e pode ser paralisante. Esse temor pode levar à prevenção de lugares e atividades que antes eram apreciadas, limitando a vida social e o bem-estar da pessoa.

Vamos explorar mais detalhadamente o que é agorafobia e como ela pode ser tratada.

 

O que é agorafobia? 

Agorafobia é um transtorno de ansiedade caracterizado pelo medo excessivo e a evitação de lugares ou situações onde uma pessoa acredita que não poderá escapar ou receber ajuda caso sua ansiedade se agrave. Pessoas com agorafobia frequentemente têm situações em que sentem que podem ficar presas, como estacionamentos, multidões, elevadores ou até mesmo dirigir sozinhos em uma ponte.

Esse medo pode ser tão avassalador que, em alguns casos, apenas imagine estar em uma dessas situações já desencadeia ansiedade intensa. Com o tempo, isso pode levar a um comportamento de evitação que restringe profundamente a vida da pessoa, limitando sua capacidade de realizar atividades cotidianas. Nos casos mais graves, a agorafobia pode fazer com que uma pessoa tenha tanto medo de não conseguir sair de casa.

O transtorno é agravado em situações onde há grande concentração de pessoas, o que aumenta a sensação de falta de controle ou impossibilidade de fuga.

 

O que causa a agorafobia?

Especialistas acreditam que diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento da agorafobia. Alguns desses fatores incluem:

  • Biologia: Um desequilíbrio de neurotransmissores no cérebro pode influenciar a ocorrência de transtornos de ansiedade, como a agorafobia.
  • Condições de saúde: Problemas de saúde, como distúrbios da tireoide ou arritmias cardíacas, também podem estar associados à ansiedade e pânico.
  • Histórico familiar ou pessoal de transtornos de ansiedade : Pessoas com familiares que sofrem de transtornos de ansiedade podem ter maior propensão a desenvolver agorafobia.
  • Genética: A hereditariedade pode desempenhar um papel importante, pois a agorafobia pode ser mais comum em famílias com histórico de transtornos de ansiedade.
  • Traumas na infância: Experiências traumáticas durante a infância, como abuso ou negligência, podem aumentar o risco de desenvolver esse transtorno na vida adulta.
  • Estresse contínuo: Estresse prolongado, seja de origem emocional ou física, pode precipitar o desenvolvimento da agorafobia.

Frequentemente, pessoas com um histórico de transtorno de ansiedade ou ataques de pânico são superadas com agorafobia. Além disso, a baixa autoestima e a depressão também estão associadas a transtornos de ansiedade, agravando os sintomas e aumentando a gravidade da condição.

 

Quais são os sintomas da agorafobia?

A agorafobia provoca vários sintomas, caracterizados por um medo intenso e assalador em pelo menos duas das seguintes situações:

  • Multidões
  • Esperar na fila
  • Sair de casa sozinho
  • Utilizar transporte público (como ônibus, trens ou aviões)
  • Estar em espaços fechados (como elevadores ou teatros)
  • Estar em espaços abertos (como estacionamentos e shoppings)

Esses sintomas são tanto físicos quanto emocionais, muitas vezes semelhantes aos sentidos durante um ataque de pânico.

Sintomas físicos comuns incluem :

  • Dor ou desconforto no peito
  • Falta de ar
  • Tontura, vertigem ou sensação de desmaio
  • Sensação de sufocamento
  • Náuseas ou desconforto estomacal
  • Palpitações ou hipertensão cardíaca
  • Sudorese
  • Tremores
  • Sensações de calor ou calafrios

Para diagnosticar a agorafobia, seu médico avaliará se :

  • O medo ou a ansiedade são desproporcionais em relação ao perigo real da situação.
  • A ansiedade ocorre frequentemente em locais públicos.
  • Você evita locais onde sabe que ficará ansioso.
  • Sente a necessidade de estar acompanhado para sair de casa.
  • Enfrenta situações temidas, mas com extrema angústia.
  • Seus sintomas interferem em sua vida social, no trabalho ou em outras atividades.
  • Os sintomas não são causados ​​por outra condição médica ou psicológica.

Esses critérios ajudam a diferenciar a agorafobia de outras condições de saúde mental, garantindo um diagnóstico adequado.

 

Como você trata a agorafobia? 

A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é amplamente recomendada para o tratamento de transtornos de ansiedade, incluindo a agorafobia. A TCC geralmente ocorre em um número limitado de sessões estruturadas, nas quais você aprende a identificar e modificar os pensamentos, sentimentos e comportamentos que alimentam a ansiedade.

Esse tipo de terapia se mostra eficaz no tratamento da agorafobia, pois ajuda a desafiar seus medos específicos e a desenvolver habilidades para lidar com a ansiedade. Muitas vezes, a TCC é combinada com a terapia de exposição, na qual o paciente é gradualmente exposto às situações que tem, enquanto aplica as novas habilidades adquiridas para lidar com o desconforto. O objetivo é que, com o tempo, uma pessoa aprenda a tolerar o medo sem permitir que a agorafobia limite sua vida.

Além do TCC, outros tipos de abordagem terapêutica, como a terapia de fácil acesso e compromisso (ACT), também podem ser eficazes. A ACT ajuda a pessoa a aceitar suas emoções e a viver de forma certificada aos seus valores, mesmo na presença de ansiedade. Um profissional de saúde mental pode orientar e indicar qual terapia é mais adequada para o seu caso.

Medicamentos para agorafobia

Medicamentos são frequentemente usados ​​em conjunto com a psicoterapia para tratar a agorafobia. Os antidepressivos de primeira escolha são os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS) e os inibidores de recaptação de serotonina e norepinefrina (IRSN), que atuam ajustando os níveis de neurotransmissores no cérebro para ajudar a equilibrar o humor e reduzir a ansiedade.

Entre os medicamentos mais recomendados estão:

Em casos de agorafobia grave, medicamentos de ação rápida, como benzodiazepínicos (que são anunciados imediatamente da ansiedade) ou betabloqueadores (que ajudam a controlar os sintomas físicos, como estímulos cardíacos acelerados), podem ser recomendados para uso ocasional em situações de alta ansiedade. No entanto, esses medicamentos são normalmente prescritos para uso limitado devido ao risco de dependência.

A escolha dos medicamentos pode variar de acordo com outras condições de saúde mental presentes, como depressão. Isso permite que o tratamento seja adaptado de forma mais personalizada para atender às necessidades do paciente.

Mudanças no estilo de vida para agorafobia

Você também pode adotar alguns hábitos de vida para ajudar a controlar os sintomas da agorafobia. Atividades como meditação e mindfulness são úteis para reduzir os níveis de ansiedade. Aqui estão algumas sugestões:

  • Mantenha uma dieta saudável e equilibrada. Alimentos nutritivos ajudam a regular o humor e os níveis de energia.
  • Pratique exercícios regularmente. A atividade física libera endorfinas, que pode melhorar o humor e reduzir a ansiedade.
  • Evite bebidas com cafeína , como café e refrigerantes. A cafeína pode aumentar os sintomas de ansiedade.
  • Evite o consumo de drogas e álcool , pois ambos podem piorar os sintomas de ansiedade e prejudicar o tratamento.

Essas práticas ajudam a melhorar sua saúde mental e física, criando uma base mais forte para lidar com a agorafobia.

 

A relação entre agorafobia e transtorno de pânico

Você pode ter agorafobia e transtorno do pânico ao mesmo tempo, mas são condições distintas. A agorafobia é o medo de estar em certos lugares ou situações onde escapar ou obter ajuda pode parecer difícil. Já o transtorno do pânico é caracterizado por ataques de pânico recorrentes, que ocorrem sem aviso prévio.

Com o tempo, pessoas com transtorno do pânico podem desenvolver agorafobia. Isso acontece quando você tenta evitar locais ou situações onde já ocorreu ataques de pânico, temendo que possam ocorrer novamente. Como resultado, eles podem evitar sair em público ou frequentar locais associados a ataques, o que é um sinal típico de agorafobia.

Esse comportamento de evitação reforça o medo e pode aumentar a gravidade tanto do transtorno de pânico quanto da agorafobia.

 

Conclusões

Agorafobia é um transtorno de ansiedade que provoca um medo intenso de estar em situações ou locais onde você pode ter dificuldade de escapar ou obter ajuda caso ocorra um ataque de pânico. Se você suspeita que pode estar enfrentando agorafobia, é importante conversar com seu médico. Há tratamentos disponíveis, e a recuperação é bastante promissora com o acompanhamento adequado.

Você pode procurar ajuda de um profissional de saúde mental em sua região. Para orientação, no Brasil, você pode entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece apoio emocional, ou procurar um profissional especializado em saúde mental.

 

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Observação: este conteúdo não se destina a substituir aconselhamento, diagnóstico ou tratamento médico profissional. Sempre procure o conselho de seu médico ou outro profissional de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter sobre uma condição médica.

 

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Referências 

Texto traduzido e adaptado do original: https://www.goodrx.com/health-topic/anxiety-disorders/what-is-agoraphobia
Uma pessoa com agorafobia é alguém que experimenta um medo intenso de estar em situações onde pode se sentir vulnerável ou sem escape, especialmente em lugares públicos ou fechados. Isso pode levar à evitação de ambientes como supermercados, transporte público ou até mesmo sair de casa, resultando em uma limitação significativa em sua vida cotidiana.
A principal diferença entre agorafobia e síndrome do pânico é que a agorafobia envolve o medo de estar em lugares onde a fuga pode ser difícil ou embaraçosa, especialmente após ter experimentado ataques de pânico. Já a síndrome do pânico é caracterizada por episódios de ataques de pânico inesperados, que podem ocorrer em qualquer lugar, independentemente da situação. Enquanto a agorafobia pode ser uma consequência de ataques de pânico, ela não se limita apenas a eles.
Para acalmar a agorafobia, técnicas de relaxamento, como a respiração profunda e a meditação, podem ser muito eficazes. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem recomendada, pois ajuda a pessoa a confrontar seus medos de forma gradual e a mudar padrões de pensamento negativos. Em alguns casos, o uso de medicamentos prescritos pode ser indicado para ajudar a controlar os sintomas de ansiedade.
Uma pessoa que não gosta de socializar pode ser chamada de introvertida. Introversão é uma característica de personalidade que envolve uma preferência por atividades solitárias ou por interações em pequenos grupos, ao contrário da extroversão, que envolve uma tendência a buscar a interação social e o contato com outras pessoas.
A fobia de sair de casa é chamada de agorafobia. Indivíduos que sofrem de agorafobia podem sentir um medo intenso de estar em lugares públicos, o que pode levar à evitação de sair de casa e, consequentemente, a limitações em suas atividades diárias.
Uma das fobias mais raras do mundo é a "triskaidekaphobia", que é o medo do número 13. Embora existam muitas fobias raras, esta é notoriamente reconhecida devido a sua associação cultural com superstição. Outras fobias raras podem incluir a "nomofobia", que é o medo de ficar sem celular.
A diferença entre agorafobia e síndrome do pânico reside em seus sintomas e causas. A agorafobia é caracterizada pelo medo de situações em que a fuga pode ser difícil ou embaraçosa, enquanto a síndrome do pânico é marcada por ataques de pânico recorrentes e inesperados. As pessoas com agorafobia muitas vezes desenvolvem esse medo como uma reação ao pânico experimentado em situações específicas, levando à evitação desses lugares.
Acalmar a agorafobia envolve a prática de técnicas de relaxamento, como respiração profunda e meditação. A terapia cognitivo-comportamental é particularmente útil, pois ensina a enfrentar gradualmente os medos associados à agorafobia e a desenvolver estratégias de enfrentamento. Medicamentos prescritos, como ansiolíticos, também podem ser considerados para ajudar a controlar a ansiedade.
A origem da agorafobia pode ser complexa, envolvendo fatores genéticos, psicológicos e ambientais. Muitas vezes, ela se desenvolve após uma pessoa ter experiências de ataques de pânico em locais públicos, levando à associação entre esses lugares e a sensação de vulnerabilidade. Fatores de estresse na vida, como mudanças significativas ou traumas, também podem contribuir para o surgimento da agorafobia.
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